Existe a crença equivocada de que o psiquiatra deve ser procurado apenas em situações extremas.
Essa percepção faz com que muitos pacientes só busquem atendimento quando o quadro já está grave.
Na prática, a psiquiatria atua tanto em prevenção quanto em tratamento.
Alterações iniciais de humor, dificuldades persistentes de concentração, crises recorrentes de ansiedade ou mudanças abruptas no sono já justificam avaliação médica.
O acompanhamento precoce reduz risco de agravamento e facilita estabilização.
Além disso, a consulta psiquiátrica envolve investigação detalhada de histórico pessoal, familiar, padrão de sintomas e impacto funcional. Não é uma conversa superficial, nem uma prescrição automática.
Análise: esperar “ficar insuportável” para procurar ajuda é estratégia de risco. A intervenção precoce é mais eficaz e menos complexa.
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