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Você quer mudar sua aparência ou a forma como se sente consigo mesmo?

Essa pergunta pode parecer simples, mas é importante antes de qualquer procedimento estético.

Muitas pessoas procuram tratamentos porque desejam corrigir ou suavizar alguma característica específica. Outras chegam esperando que uma mudança física resolva inseguranças mais profundas.

São situações diferentes.

A estética pode contribuir para o bem-estar quando existe uma insatisfação objetiva e expectativas compatíveis com aquilo que o tratamento pode oferecer.

Porém, procedimentos não devem carregar a responsabilidade de resolver todos os conflitos relacionados à autoestima.

A maneira como cada pessoa se enxerga também é influenciada por experiências, relações, cobranças sociais e saúde emocional.

Por isso, buscar resultados naturais, individualizados e possíveis é fundamental.

Na Duetratto, o planejamento considera características pessoais, objetivos e limites de cada tratamento.

Mais do que perseguir padrões, o cuidado estético deve respeitar aquilo que faz sentido para cada indivíduo.

Cuidar da imagem pode fazer parte da autoestima. Mas autoestima também significa reconhecer que o próprio valor vai muito além da aparência.

Dr. Danilo de Melo – Psiquiatra em Goiânia

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Dor e travamento no joelho: quando uma lesão do menisco pode precisar de artroscopia

As lesões do menisco são frequentes, mas o tratamento não é igual para todos os pacientes.

Muitas podem ser acompanhadas inicialmente com fisioterapia, fortalecimento muscular, controle da carga sobre o joelho e retorno progressivo às atividades.

Entretanto, sintomas mecânicos persistentes merecem investigação.

Travamento verdadeiro do joelho, dificuldade para estender a perna, dor localizada durante determinados movimentos e sensação recorrente de falseio podem estar associados a lesões que interferem no funcionamento da articulação.

Quando esses sintomas persistem mesmo após um tratamento conservador adequado, o ortopedista pode discutir a possibilidade de uma artroscopia.

A técnica utiliza pequenas incisões e uma câmera para visualizar o interior do joelho. Dependendo da lesão, pode ser possível reparar o menisco ou tratar apenas a região comprometida.

A escolha entre acompanhar, fazer fisioterapia ou operar deve ser individualizada.

Uma ressonância mostrando lesão de menisco, isoladamente, não é motivo suficiente para indicar cirurgia.

Assista o vídeo:

Dr. Arthur Rodrigues – Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia

Acesse o site: https://cirurgiadejoelhogo.com.br

Lesão do LCP: por que o exame físico é decisivo para o diagnóstico

A ressonância magnética é um exame importante na investigação das lesões do joelho, mas não deve ser analisada isoladamente quando existe suspeita de ruptura do Ligamento Cruzado Posterior.

O LCP é uma estrutura responsável por limitar o deslocamento posterior excessivo da tíbia e contribuir para a estabilidade da articulação.

Após uma lesão, os sintomas podem ser discretos. Dor na parte posterior do joelho, dificuldade para descer escadas, sensação de falseio e desconforto durante movimentos de desaceleração estão entre as possíveis manifestações.

Durante a consulta, o especialista realiza manobras capazes de verificar diretamente o comportamento mecânico do joelho.

A gaveta posterior, o Posterior Sag Sign e o Quadriceps Active Test estão entre os testes utilizados para avaliar uma possível deficiência do LCP.

Essa análise também permite investigar o grau de instabilidade e a presença de outras lesões ligamentares.

Por isso, o diagnóstico adequado resulta da combinação entre história do trauma, sintomas, exame clínico e exames complementares.

Dr. Mauro Júnior Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia

Acesse o site: https://drmaurojunior.com.br

Prótese de joelho: o momento certo não é definido apenas pela idade

Existe uma pergunta frequente entre pacientes com artrose: “Qual é a idade ideal para colocar uma prótese de joelho?”

A resposta não está apenas no número de anos.

A indicação é individualizada e considera, entre outros fatores, o estágio da doença, intensidade dos sintomas, perda de função, condições de saúde e resposta aos tratamentos já realizados.

Em casos de artrose avançada, adiar a cirurgia simplesmente para alcançar determinada idade pode não ser a melhor estratégia.

A progressão do desgaste pode estar associada ao aumento da rigidez, redução da amplitude de movimento, enfraquecimento muscular e piora da deformidade do joelho. Alguns pacientes também desenvolvem instabilidade e, em situações mais avançadas, perda óssea.

Além disso, a dor pode criar um ciclo prejudicial: o paciente sente dor, passa a se movimentar menos, perde força e condicionamento e começa a encontrar cada vez mais dificuldade para realizar as atividades diárias.

Isso não significa que a prótese seja a primeira opção para quem tem artrose.

Quando os sintomas podem ser adequadamente controlados com fortalecimento, exercícios adaptados, controle do peso, medicamentos ou outros tratamentos indicados, a abordagem conservadora continua tendo papel importante.

A prótese costuma ser considerada quando existe comprometimento significativo da qualidade de vida e essas medidas deixam de proporcionar controle suficiente.

Portanto, em vez de perguntar apenas “quantos anos eu tenho?”, é mais importante avaliar “como está meu joelho e quanto ele está limitando minha vida?”.

Se a artrose está restringindo atividades que antes faziam parte da sua rotina, procure um especialista em joelho. Uma avaliação completa pode mostrar se o tratamento conservador ainda é adequado ou se chegou o momento de discutir a prótese.

Dr. Mauro Júnior Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia

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O corpo e a rotina podem mostrar que a mente está sobrecarregada

O sofrimento emocional nem sempre aparece apenas como tristeza.

Em algumas pessoas, os primeiros sinais surgem na rotina: dificuldade para começar tarefas, procrastinação constante, redução da produtividade e perda da capacidade de concentração.

Em outras, predominam mudanças emocionais, como crises de choro, irritação excessiva ou pensamentos persistentes que aumentam a angústia.

Também podem existir manifestações físicas. Ansiedade e estresse podem provocar ou intensificar palpitações, tensão muscular, náuseas, tonturas e diferentes tipos de desconforto.

Mudanças no autocuidado também merecem atenção. Quando ações simples passam a exigir um esforço enorme, pode haver um sofrimento que precisa ser compreendido.

A perda de interesse pelas atividades que antes davam prazer e a sensação de estar vivendo no automático também podem fazer parte desse quadro.

Nenhum sinal deve ser analisado isoladamente. Mas a persistência e o prejuízo provocado por essas mudanças são motivos para buscar avaliação profissional.

Dr. Danilo de Melo – Psiquiatra em Goiânia

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O desgaste da cartilagem não explica sozinho a dor provocada pela artrose

A artrose do joelho é frequentemente descrita como um “desgaste da cartilagem”. Essa definição, porém, é incompleta.

A própria cartilagem quase não possui terminações nervosas. Portanto, boa parte da dor sentida pelo paciente tem origem em outras estruturas da articulação.

À medida que a cartilagem se torna mais fina, o osso localizado abaixo dela pode receber maior carga. O joelho também pode apresentar inflamação da membrana sinovial, rigidez, alterações mecânicas e perda de força muscular.

Todos esses fatores podem contribuir para o aparecimento ou agravamento da dor.

É por isso que uma radiografia mais alterada não significa necessariamente uma dor maior.

Existem pacientes com desgaste avançado que mantêm boa função e outros com alterações menos intensas que apresentam limitações importantes.

A decisão sobre o tratamento deve considerar sintomas, funcionalidade, mobilidade, força, estilo de vida e necessidades individuais.

Exercícios orientados e fortalecimento muscular estão entre as principais estratégias, podendo ser associados a medicamentos, controle de peso e outros tratamentos conforme indicação.

Quem apresenta dor persistente no joelho deve buscar avaliação para compreender quais fatores estão contribuindo para o problema.

Dr. Mauro Júnior Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia

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Mamoplastia redutora: cirurgia não deve ser indicada apenas pelo tamanho do sutiã

Qual tamanho de mama precisa de redução? A resposta não está simplesmente na numeração do sutiã.

Duas mulheres com volumes mamários semelhantes podem apresentar experiências completamente diferentes. Uma pode não ter qualquer incômodo, enquanto outra pode sofrer com dores e limitações importantes.

Por isso, a indicação da mamoplastia redutora considera fatores que vão além da aparência.

Dores nas costas, ombros ou pescoço, irritações abaixo das mamas, marcas do sutiã, dificuldade para exercícios e limitações da rotina podem fazer parte da avaliação.

Quando indicada, a cirurgia diminui o peso e o volume por meio da retirada planejada de pele, gordura e tecido mamário.

A mama é então remodelada e, geralmente, a aréola e o mamilo são reposicionados.

O cirurgião considera ainda flacidez, qualidade da pele, assimetrias, proporções corporais e expectativas da paciente para determinar a técnica.

Também é necessário compreender que a redução deixa cicatrizes e pode envolver riscos como alterações de sensibilidade e dificuldades de cicatrização.

Portanto, não existe um “tamanho certo” para realizar mamoplastia redutora. Existe uma avaliação individual sobre quanto aquele volume interfere na vida da paciente.


Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia

Atendimento: Ed. Aton Business Style, St. Oeste, Goiânia, Sala 97B

Agende sua consulta: (62) 98150-6184

Acompanhe: @drpauloegermano

Tenho desgaste no joelho: preciso parar de fazer musculação?

Nem sempre. Para muitos pacientes com artrose, interromper completamente os exercícios pode produzir o efeito contrário ao desejado.

A redução da atividade física favorece perda de força e massa muscular. Com menos suporte muscular, movimentos do cotidiano podem exigir ainda mais de uma articulação que já apresenta alterações provocadas pela artrose.

O fortalecimento dos músculos da coxa, quadril e perna pode ajudar a melhorar a estabilidade e a capacidade funcional do joelho.

Por esse motivo, exercícios resistidos são frequentemente incorporados ao tratamento.

O cuidado está na forma como são realizados.

Não existe uma carga ou uma sequência de exercícios adequada para todas as pessoas com artrose. O treinamento precisa ser adaptado às características individuais e à resposta do joelho.

Em vez de abandonar a atividade física por causa do diagnóstico, o caminho geralmente é encontrar uma forma segura e adequada de continuar se movimentando.

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Dr. Arthur Rodrigues – Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia

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Quando a mente começa a dar sinais de que precisa de ajuda

O sofrimento emocional pode aparecer de diferentes maneiras.

Para algumas pessoas, surge como tristeza persistente. Para outras, como irritabilidade, isolamento, perda de energia, falta de interesse ou sensação constante de vazio.

Também podem aparecer pensamentos de desesperança, vontade de desaparecer ou falas relacionadas à morte.

Quando essas mudanças persistem, é importante não ignorá-las.

Depressão, ansiedade e outros transtornos mentais são condições de saúde que podem afetar profundamente a rotina, os relacionamentos e a qualidade de vida.

Quem está por perto pode ajudar oferecendo escuta sem julgamento e incentivando a procura por atendimento profissional.

Não é necessário encontrar a frase perfeita. Muitas vezes, estar presente e levar o sofrimento a sério já é importante.

Em caso de risco de suicídio ou perigo imediato, procure um serviço de emergência e não deixe a pessoa sozinha.

A mente também precisa de cuidado.

Dr. Danilo de Melo – Psiquiatra em Goiânia

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Diabetes aumenta o risco da cirurgia plástica? Saiba por que o controle da doença importa

O diagnóstico de diabetes merece atenção no planejamento de qualquer cirurgia eletiva, inclusive nos procedimentos estéticos.

A principal preocupação ocorre quando a doença está inadequadamente controlada.

A hiperglicemia pode prejudicar mecanismos envolvidos na cicatrização e na defesa do organismo contra infecções. Por isso, conhecer o comportamento da glicose antes da operação é fundamental.

Uma das ferramentas utilizadas é a hemoglobina glicada. Segundo recomendações conjuntas de entidades médicas brasileiras publicadas em 2026, é desejável HbA1c inferior a 8% antes de cirurgias eletivas em pacientes com diabetes.

Mas o planejamento não termina nesse exame.

É necessário considerar condições cardiovasculares, função renal, pressão arterial, obesidade, estado nutricional, medicamentos utilizados e risco de trombose.

Esses cuidados se tornam ainda mais relevantes quando o paciente pretende associar três procedimentos.

Uma operação mais extensa pode representar maior tempo cirúrgico e exigir recuperação mais complexa. Por isso, a equipe precisa determinar se a combinação é adequada ou se os procedimentos devem ser divididos.

O diabetes é apenas uma parte dessa decisão. A condição geral do paciente e as características da cirurgia completam a avaliação.

Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia

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