Existe uma ideia comum de que a prótese de joelho só deve ser realizada depois de determinada idade.
Na prática, a decisão é mais complexa.
O ortopedista considera o grau de desgaste da articulação, os sintomas, a resposta aos tratamentos anteriores, as condições clínicas e o impacto da artrose na rotina.
Antes da cirurgia, são priorizadas medidas como fisioterapia, fortalecimento muscular, controle do peso, exercícios orientados e medicamentos.
Quando a dor continua intensa apesar dessas estratégias, a possibilidade da prótese pode ser discutida.
Os sinais mais comuns incluem:
• Dor frequente.
• Dor durante o repouso.
• Dor noturna.
• Dificuldade para caminhar.
• Limitação para utilizar escadas.
• Dificuldade para levantar da cadeira.
• Redução importante da independência.
• Prejuízo significativo da qualidade de vida.
Assim, mais importante do que olhar apenas para a idade é avaliar como aquele joelho está afetando a vida do paciente e quais tratamentos já foram realizados.

