Essa pergunta pode parecer simples, mas é importante antes de qualquer procedimento estético.
Muitas pessoas procuram tratamentos porque desejam corrigir ou suavizar alguma característica específica. Outras chegam esperando que uma mudança física resolva inseguranças mais profundas.
São situações diferentes.
A estética pode contribuir para o bem-estar quando existe uma insatisfação objetiva e expectativas compatíveis com aquilo que o tratamento pode oferecer.
Porém, procedimentos não devem carregar a responsabilidade de resolver todos os conflitos relacionados à autoestima.
A maneira como cada pessoa se enxerga também é influenciada por experiências, relações, cobranças sociais e saúde emocional.
Por isso, buscar resultados naturais, individualizados e possíveis é fundamental.
Na Duetratto, o planejamento considera características pessoais, objetivos e limites de cada tratamento.
Mais do que perseguir padrões, o cuidado estético deve respeitar aquilo que faz sentido para cada indivíduo.
Cuidar da imagem pode fazer parte da autoestima. Mas autoestima também significa reconhecer que o próprio valor vai muito além da aparência.

