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Prótese total do joelho: infecção é a mesma coisa que rejeição?

Não.

Embora muitos pacientes utilizem a palavra “rejeição” quando falam sobre problemas envolvendo uma prótese de joelho, rejeição e infecção são situações diferentes.

A prótese é fabricada com materiais desenvolvidos para permanecer no organismo por muitos anos.

Reações alérgicas ou de hipersensibilidade aos componentes do implante podem existir, mas são pouco frequentes.

Já a infecção periprotética é uma complicação reconhecida da artroplastia e necessita de diagnóstico e tratamento específicos.

Uma infecção pode surgir pouco tempo depois da cirurgia ou aparecer meses ou anos mais tarde.

Quando determinados microrganismos chegam até a prótese, eles podem aderir ao implante e formar um biofilme.

Esse mecanismo ajuda a explicar por que algumas infecções relacionadas às próteses podem ser difíceis de tratar apenas com medicamentos.

Assista o vídeo: 

Dr. Mauro Júnior Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia

Acesse o site: https://drmaurojunior.com.br

Abdominoplastia e umbigo: pequenos detalhes podem mudar a harmonia do abdome

A naturalidade de uma abdominoplastia está relacionada a um conjunto de fatores.

Entre eles está o aspecto do umbigo.

Embora seja uma estrutura pequena, sua localização central faz com que alterações em formato, profundidade ou posição sejam facilmente percebidas.

Durante a abdominoplastia tradicional, geralmente o umbigo original continua ligado à parede abdominal enquanto a pele ao seu redor é reposicionada.

Depois dessa etapa, uma nova abertura é realizada na pele para exteriorizá-lo.

O objetivo é conseguir uma transição harmoniosa entre o umbigo e o novo contorno abdominal.

Para isso, vários fatores precisam ser considerados.

A quantidade de tecido adiposo existente na região pode interferir na profundidade. A elasticidade e a espessura da pele também influenciam a acomodação dos tecidos.

A posição original do umbigo, a flacidez existente antes da cirurgia e o padrão individual de cicatrização completam essa avaliação.

Além disso, a técnica cirúrgica exerce papel importante.

Posição das suturas, distribuição da tensão e maneira como a cicatriz é acomodada podem alterar o resultado.

Por isso, um umbigo natural não significa necessariamente reproduzir determinado desenho encontrado em fotografias ou redes sociais.

O planejamento deve considerar o corpo real de cada paciente.

O resultado também passa por mudanças durante a recuperação. Inchaço e cicatrização precisam de tempo para evoluir, e a aparência observada logo depois da cirurgia não representa necessariamente o aspecto definitivo.

Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia

Atendimento: Ed. Aton Business Style, St. Oeste, Goiânia, Sala 97B

Agende sua consulta: (62) 98150-6184

Acompanhe: @drpauloegermano

Depois da cirurgia do LCA, quando o joelho está realmente pronto para o esporte?

Essa resposta não depende apenas do calendário.

Após a reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior, cada paciente apresenta uma evolução diferente e precisa recuperar diversas capacidades antes de retornar plenamente às atividades esportivas.

Uma nova lesão ainda pode ocorrer tanto no enxerto do joelho operado quanto no LCA do outro joelho.

Por isso, além do tempo desde a cirurgia, é necessário observar a recuperação da força, da estabilidade, do equilíbrio muscular e do controle neuromuscular.

Movimentos como saltar, aterrissar, correr, frear e mudar rapidamente de direção também precisam ser avaliados, especialmente entre atletas.

Pacientes jovens e praticantes de esportes como futebol, basquete e handebol estão entre os grupos que merecem maior atenção.

Estudos indicam que a volta precoce a esportes de maior exigência pode estar associada ao aumento do risco de uma segunda lesão.

O retorno seguro depende de tempo, reabilitação e critérios funcionais adequados.

Dr. Mauro Júnior Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia

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Depressão: quando sobreviver ao dia passa a exigir toda a energia disponível

Para muitas pessoas com depressão, a rotina não desaparece.

O trabalho continua.

As contas continuam chegando.

A família continua precisando de atenção.

As responsabilidades permanecem.

O problema é que a energia para lidar com tudo isso pode diminuir profundamente.

Aquilo que antes era automático começa a exigir esforço.

Levantar da cama.

Tomar banho.

Responder mensagens.

Concentrar-se.

Tomar decisões.

Conviver.

Algumas pessoas conseguem continuar realizando parte dessas tarefas, mas fazem isso funcionando praticamente no limite.

É quando surge o chamado piloto automático.

A pessoa cumpre obrigações, mas sente que deixou de participar emocionalmente da própria vida.

Atividades que antes davam prazer ficam distantes.

Relacionamentos perdem espaço.

O autocuidado diminui.

O interesse pelo futuro também pode desaparecer.

Por isso, a depressão pode provocar anos de vida marcados por incapacidade e sofrimento, mesmo quando a pessoa continua viva e aparentemente funcional.

Não é simplesmente uma questão de motivação.

A doença pode comprometer justamente os mecanismos relacionados à energia, concentração, prazer, iniciativa e tomada de decisão.

Depressão pode ser incapacitante.

Mas existe tratamento.

Reconhecer que algo mudou e procurar ajuda profissional pode ser decisivo para interromper esse processo.

Dr. Danilo de Melo – Psiquiatra em Goiânia

Acesse o site: drdanilodemelo.com.br

Ginecomastia não é sempre indicação de cirurgia: avaliação define o tratamento

O aparecimento de volume na região das mamas masculinas pode levar muitos pacientes a procurar diretamente uma cirurgia. Entretanto, a ginecomastia possui diferentes causas e nem sempre o tratamento começa no centro cirúrgico.

A condição corresponde ao aumento do tecido glandular mamário e pode surgir tanto em adolescentes quanto em adultos.

Na puberdade, alterações hormonais transitórias são responsáveis por muitos casos, com possibilidade de regressão natural ao longo do tempo.

Em adultos, devem ser avaliados fatores como medicamentos utilizados, consumo de anabolizantes, alterações hormonais, peso corporal e algumas doenças.

Também é importante diferenciar o crescimento da glândula do aumento causado predominantemente pelo acúmulo de gordura.

A avaliação médica ganha ainda mais importância quando existe crescimento acelerado, assimetria importante, nódulo endurecido, secreção no mamilo ou alterações da pele.

Com a causa investigada, a conduta é individualizada.

Quando existe um fator reversível, o tratamento dessa condição pode fazer parte da estratégia inicial. Se o aumento permanece e causa incômodo relevante, a cirurgia pode ser considerada.

A lipoaspiração atua principalmente sobre o excesso de gordura. A retirada cirúrgica é utilizada quando há quantidade significativa de tecido glandular.

Dependendo do caso, ambas podem ser realizadas no mesmo procedimento.

Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia

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Posição da prótese de silicone influencia a recuperação e o formato das mamas

O posicionamento do implante é uma das decisões técnicas mais importantes da mamoplastia de aumento.

Uma prótese pode ser colocada sobre o músculo peitoral, abaixo dele ou utilizando técnicas que combinam diferentes planos.

Quando posicionada atrás da glândula mamária, recebe o nome de subglandular. Em pacientes com tecidos suficientemente espessos, essa técnica pode oferecer boa cobertura sem envolver diretamente o músculo.

O plano submuscular utiliza o peitoral como uma camada adicional sobre a prótese. É uma possibilidade frequentemente avaliada quando existe pouca cobertura de tecidos.

No posicionamento subfascial, a prótese fica abaixo da fáscia muscular, mas permanece sobre o próprio músculo.

O Dual Plane combina esses conceitos e permite diferentes graus de cobertura muscular.

A recuperação também pode variar conforme a técnica. Procedimentos que envolvem o músculo podem apresentar maior desconforto inicialmente.

Ao mesmo tempo, deixar a prótese acima do músculo em pacientes com pouca cobertura pode tornar suas bordas ou ondulações mais perceptíveis.

O equilíbrio entre esses fatores é o que determina a escolha mais adequada para cada paciente.

Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia

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Torção durante futebol, corrida ou treino pode lesionar o LCM do joelho

Mudanças rápidas de direção, contato com outro atleta e movimentos em que o pé permanece apoiado enquanto o joelho sofre uma força lateral podem causar lesões ligamentares.

Uma das estruturas que podem ser atingidas é o Ligamento Colateral Medial.

A lesão é relativamente comum em modalidades esportivas, mas também ocorre fora delas.

O principal sintoma costuma ser dor na região interna do joelho.

Inchaço, sensibilidade, limitação de movimentos e sensação de instabilidade também podem aparecer.

A intensidade dos sintomas varia conforme o grau da lesão.

Um estiramento leve tende a apresentar recuperação mais rápida, enquanto rupturas parciais ou completas exigem acompanhamento e reabilitação mais cuidadosos.

Em muitos pacientes, especialmente quando não existem outros ligamentos lesionados, o tratamento pode ser realizado sem cirurgia.

A recuperação precisa respeitar o tempo biológico de cicatrização e a evolução funcional do joelho.

Antes de retornar ao esporte, é importante recuperar força, mobilidade e estabilidade.

O objetivo não é apenas voltar rápido. É voltar com segurança.

Dr. Arthur Rodrigues – Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia

Acesse o site: https://cirurgiadejoelhogo.com.br

O corpo influencia diretamente o resultado de uma cirurgia plástica

Quando uma cirurgia plástica é planejada, o cirurgião não avalia apenas qual procedimento será realizado.

Ele também precisa observar detalhadamente as características do paciente.

Qualidade da pele, distribuição de gordura, estrutura muscular, proporções corporais, histórico de cicatrização e condições gerais de saúde podem influenciar tanto a escolha da técnica quanto a recuperação.

É por isso que duas pessoas submetidas ao mesmo procedimento podem apresentar diferenças importantes no resultado.

Outro aspecto que costuma gerar ansiedade é o aspecto inicial da cirurgia.

Logo após o procedimento, os tecidos estão passando por uma fase inflamatória normal. Inchaço, pequenos hematomas e mudanças temporárias podem alterar a aparência da região.

Com o passar das semanas e dos meses, essas alterações tendem a diminuir.

O resultado também não permanece completamente estático durante toda a vida.

Envelhecimento, exposição solar, alterações de peso, gravidez e hábitos de vida podem influenciar a aparência corporal ao longo do tempo.

Por isso, o resultado da cirurgia deve ser analisado dentro das características individuais de cada paciente.

Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia

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Dor abaixo da patela é comum em atletas e pode indicar lesão por sobrecarga

Uma dor bem localizada na região abaixo da patela pode ser um sinal importante de tendinopatia patelar.

A condição ocorre principalmente em pessoas expostas repetidamente a corridas, saltos, acelerações, mudanças de direção e exercícios de maior intensidade.

Por essa razão, é frequentemente encontrada entre praticantes de futebol, basquete, vôlei, corrida e treinamento funcional ou esportivo.

O desconforto geralmente aumenta quando o joelho precisa produzir força, como durante saltos, aterrissagens, agachamentos e deslocamentos rápidos.

No início, os sintomas podem ser discretos e aparecer apenas após exercícios mais intensos. Com o tempo, a persistência da sobrecarga pode fazer com que a dor apareça cada vez mais cedo durante o treinamento.

A estratégia de simplesmente continuar treinando e esperar que o problema desapareça pode prolongar os sintomas.

A recuperação costuma passar pelo controle das cargas e por um programa progressivo de fortalecimento do quadríceps e do tendão patelar.

O acompanhamento especializado é indicado quando a dor se repete, aumenta ou começa a limitar a prática esportiva.

Dr. Mauro Júnior Ortopedista Especialista em Cirurgia de Joelho em Goiânia

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Depressão vai além da tristeza e pode comprometer diferentes áreas da vida

Sentir tristeza diante de perdas, frustrações ou momentos difíceis faz parte da experiência humana.

Depressão, entretanto, é diferente.

Quando ocorre um quadro depressivo, os sintomas podem persistir e atingir diferentes aspectos da vida, provocando perda de interesse, queda de energia, alterações no sono, dificuldades cognitivas e sofrimento emocional significativo.

A pessoa pode sentir que atividades antes prazerosas deixaram de fazer sentido.

Isso não significa falta de força de vontade.

A depressão envolve uma combinação de fatores biológicos, genéticos, psicológicos, sociais e ambientais.

Substâncias envolvidas na comunicação cerebral, como serotonina, dopamina e noradrenalina, participam de mecanismos importantes, mas reduzir toda a doença a um simples “desequilíbrio químico” não representa sua complexidade.

Da mesma forma, não é correto imaginar que todas as pessoas deprimidas apresentarão os mesmos sinais.

Algumas continuam exercendo suas atividades e escondem o sofrimento por muito tempo.

Quando mudanças persistentes de humor, comportamento, sono, disposição ou interesse começam a prejudicar a rotina, uma avaliação com profissional de saúde mental é indicada.

Dr. Danilo de Melo – Psiquiatra em Goiânia

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