Quem convive diariamente com uma pessoa pode perceber mudanças que passam despercebidas para outras pessoas.
Por isso, familiares e amigos têm um papel importante na identificação de sinais de sofrimento emocional.
Durante o Setembro Amarelo, especialistas reforçam que mudanças persistentes merecem atenção.
Uma pessoa pode começar a se afastar, deixar de realizar atividades que gostava, apresentar irritabilidade incomum ou demonstrar uma visão cada vez mais negativa sobre o futuro.
Em alguns casos, pode verbalizar que gostaria de desaparecer ou que acredita ser um peso para outras pessoas.
O papel da família não é fazer diagnóstico nem substituir atendimento profissional.
É perceber, acolher e ajudar a pessoa a buscar o cuidado necessário.
Perguntas simples e diretas podem abrir espaço para uma conversa.
E quando existe sofrimento intenso ou risco de autoagressão, procurar atendimento imediatamente é fundamental.
Prevenção também é não deixar alguém enfrentar sozinho aquilo que está se tornando difícil demais para carregar.

