Enquanto toda a atenção costuma estar voltada para o desenvolvimento dos filhos, muitas vezes a saúde emocional da mãe acaba ficando em segundo plano.
Segundo o Dr. Danilo de Melo, psiquiatra em Goiânia, esse cenário favorece o aparecimento de sofrimento psicológico silencioso.
Muitas mulheres continuam funcionando normalmente mesmo estando completamente esgotadas.
Elas trabalham, cuidam da casa, resolvem problemas familiares e continuam sorrindo.
Mas internamente convivem com ansiedade, culpa e sensação permanente de insuficiência.
Quando esses sintomas permanecem durante longos períodos, o risco de burnout materno aumenta.
O quadro pode provocar alterações importantes na qualidade de vida, no relacionamento familiar e até no vínculo afetivo com os filhos.
Por isso, cuidar da mãe também significa proteger toda a estrutura familiar.
O Dr. Danilo de Melo reforça que procurar ajuda especializada não representa fraqueza.
Representa responsabilidade com a própria saúde e com aqueles que dependem dela.

